Erra ao criticar adversários e ao elogiar a educação nos EUA
Em entrevista ao Flow, Renan Santos errou ao criticar adversários e ao falar da educação nos EUA. Também exagerou dados sobre feminicídio e sobre a votação do fim da escala 6x1.
Eleição presidencial 2026 · MISSÃO
Cofundador e coordenador nacional do MBL
Um dos fundadores do Movimento Brasil Livre, ganhou projeção nas manifestações de 2015 pelo impeachment de Dilma Rousseff. Defende liberalismo econômico com discurso anticorrupção e faz oposição tanto ao PT quanto ao bolsonarismo. É uma das lideranças do Partido Missão, legenda criada pelo próprio MBL, e não do Partido Novo.
Vice: Aroldo Medina (MISSÃO).
Plano de governo
Checagem e contexto
Em entrevista ao Flow, Renan Santos errou ao criticar adversários e ao falar da educação nos EUA. Também exagerou dados sobre feminicídio e sobre a votação do fim da escala 6x1.
O partido de Renan Santos aparece como origem do pedido de filiação que travou o registro da candidatura de Flávio Bolsonaro pelo PL. O Missão afirma ter sido vítima de fraude no seu próprio sistema e diz ter alertado o gabinete do senador antes; adversários acusam a legenda de ter tirado proveito eleitoral do episódio. Renan Santos declarou publicamente que quem completou o pedido teve acesso ao e-mail do senador e minimizou a reação do concorrente.
Uma acusação de estupro feita contra Renan Santos circulou em publicações nas redes sociais. O candidato foi à Justiça pedir a remoção dos conteúdos e o pedido foi negado: a Justiça manteve as publicações no ar.
Reportagens questionaram a origem dos recursos do movimento e a existência de empresas ligadas aos seus fundadores.
Perfis ligados ao movimento divulgaram vídeos editados e conteúdo fora de contexto em disputas eleitorais.
A coleta de assinaturas e a estruturação do novo partido foram questionadas por adversários quanto ao método e à origem dos apoios.
Saídas de fundadores e acusações mútuas de autoritarismo interno marcaram a trajetória do movimento.
Falas duras contra adversários e jornalistas em lives e redes sociais renderam processos por danos morais.