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Eleições 2026

Sabatinas: análise por entrevista

Comece pelo resumo de cada entrevista. Abra apenas o candidato que deseja analisar e, dentro dele, escolha entre perguntas, checagens, desempenho ou fontes.

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Cada cartão reúne resumo, perguntas, respostas, checagens, desempenho e fontes. Recusa e falta de confirmação são estados diferentes e mantêm a formulação da fonte.

No Jornal Nacional, as categorias e as interrupções reproduzem o levantamento do Ranking dos Políticos. Nas demais séries, os totais vêm apenas das alegações individualmente catalogadas com fonte.

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Análises por entrevista

37 resultados

Jornal da Record•22/09/2026

Renan Santos Missão

Encerramento do ciclo da Record. Renan Santos apostou no eleitor jovem para a reta final, criticou a polarização entre Lula e Flávio Bolsonaro e prometeu explorar escândalos de corrupção dos dois campos, incluindo o caso Banco Master.

3Temas-chave0Checagens—Interrupções
Jornal da RecordAbrir análise ↓
Perguntas-chave e respostas3 blocos catalogados ↓

Seleção editorial dos principais blocos da entrevista, baseada nas fontes abaixo. As formulações resumem os temas e não são transcrições literais; esta contagem não representa o número total de perguntas feitas na transmissão. Ver entrevista completa.

EstratégiaRespondeu“Como conquistar eleitores que já declararam voto em Lula ou Flávio?”

Disse que vai concentrar a campanha nos jovens e expor escândalos de corrupção dos dois campos.

Caso Banco MasterRespondeu“Qual a sua leitura sobre as acusações contra os adversários?”

Citou investigações envolvendo Flávio Bolsonaro e supostas irregularidades ligadas ao Banco Master.

ExperiênciaRespondeu em parte“Como governar sem experiência em cargos públicos?”

Apresentou a falta de experiência como diferencial, sem detalhar como formaria equipe e base no Congresso.

Fact-check0 alegações ↓
0Verdade0Contradição0Mentira

Ainda não há alegações desta entrevista com veredicto individual publicado. Zero não significa que toda a fala foi verdadeira.

Pontos altos

  • Discurso claro contra a polarizaçãoPosicionou-se como alternativa aos dois líderes das pesquisas.

Pontos baixos

  • Governabilidade pouco explicadaTransformou a inexperiência em bandeira sem responder como governaria.
Leitura de desempenho e fontes ↓

O R7 destacou a aposta no eleitor jovem e os ataques à corrupção de ambos os lados.

Critério: Leitura da cobertura da entrevista

Entrevistadores: Mariana Godoy, Eduardo Ribeiro

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Jornal da Record•19/09/2026

Augusto Cury Avante

Quarto entrevistado do ciclo da Record (Flávio Bolsonaro faltou à entrevista de 18/09). Cury defendeu drones no combate à violência contra a mulher, mais delegacias especializadas e um pacto nacional com Congresso e STF contra a "guerra de ódio" entre esquerda e direita.

3Temas-chave0Checagens—Interrupções
Jornal da RecordAbrir análise ↓
Perguntas-chave e respostas3 blocos catalogados ↓

Seleção editorial dos principais blocos da entrevista, baseada nas fontes abaixo. As formulações resumem os temas e não são transcrições literais; esta contagem não representa o número total de perguntas feitas na transmissão. Ver entrevista completa.

Violência contra a mulherRespondeu“Como pretende reduzir a violência contra a mulher?”

Defendeu o uso de drones no monitoramento de agressores e a ampliação das delegacias especializadas.

PolarizaçãoRespondeu em parte“Como governaria num país dividido?”

Prometeu um pacto nacional com o Congresso e o STF para encerrar a "guerra de ódio", sem detalhar os termos.

Campanha e pesquisasRespondeu“A campanha limitada nas redes explica o desempenho nas pesquisas?”

Comentou a limitação nas redes e o impacto nas intenções de voto.

Fact-check0 alegações ↓
0Verdade0Contradição0Mentira

Ainda não há alegações desta entrevista com veredicto individual publicado. Zero não significa que toda a fala foi verdadeira.

Pontos altos

  • Proposta concreta na segurança da mulherTrouxe medida específica (drones e delegacias) em vez de promessa genérica.

Pontos baixos

  • Pacto nacional vagoNão explicou como obteria adesão do Congresso e do STF ao pacto proposto.
Leitura de desempenho e fontes ↓

O R7 destacou as propostas de segurança para mulheres e o discurso contra a polarização.

Critério: Leitura da cobertura da entrevista

Entrevistadores: Mariana Godoy, Eduardo Ribeiro

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Jornal da Record•17/09/2026

Ronaldo Caiado PSD

Caiado centrou a entrevista no trabalho e na crítica ao governo federal: defendeu transição gradual para o fim da escala 6x1, mais flexibilidade de jornada e classificou de eleitoreiro o reajuste do Bolsa Família.

3Temas-chave0Checagens—Interrupções
Jornal da RecordAbrir análise ↓
Perguntas-chave e respostas3 blocos catalogados ↓

Seleção editorial dos principais blocos da entrevista, baseada nas fontes abaixo. As formulações resumem os temas e não são transcrições literais; esta contagem não representa o número total de perguntas feitas na transmissão. Ver entrevista completa.

Jornada de trabalhoRespondeu“Como aplicaria o fim da escala 6x1?”

Disse que a mudança está aprovada, mas exige período de transição para setores que dependem de mão de obra especializada: "não vamos engessar a mão de obra".

CLTRespondeu“A legislação trabalhista precisa mudar?”

Criticou a rigidez do modelo tradicional da CLT, sobretudo para jovens que procuram jornadas flexíveis.

Programas sociaisRespondeu em parte“O que faria com o Bolsa Família?”

Classificou o reajuste recente como populista e eleitoreiro, sem indicar o valor que praticaria num eventual governo.

Fact-check0 alegações ↓
0Verdade0Contradição0Mentira

Ainda não há alegações desta entrevista com veredicto individual publicado. Zero não significa que toda a fala foi verdadeira.

Pontos altos

  • Posição definida sobre a jornadaAceitou o fim da escala 6x1 e concentrou a discussão no prazo de adaptação das empresas.

Pontos baixos

  • Crítica sem alternativaAo atacar o reajuste do Bolsa Família não apresentou qual seria a sua própria política de transferência de renda.
Leitura de desempenho e fontes ↓

A cobertura do R7 destacou a defesa de jornadas flexíveis e as críticas ao que chamou de medidas populistas do governo federal.

Critério: Leitura da cobertura da entrevista

Entrevistadores: Mariana Godoy, Eduardo Ribeiro

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Jornal da Record•16/09/2026

Romeu Zema Novo

Zema foi confrontado com o baixo desempenho nas pesquisas e comparou o cenário com a sua vitória em Minas Gerais em 2018. Defendeu o balanço da sua gestão estadual e as medidas de segurança de barragens depois de Brumadinho.

3Temas-chave0Checagens—Interrupções
Jornal da RecordAbrir análise ↓
Perguntas-chave e respostas3 blocos catalogados ↓

Seleção editorial dos principais blocos da entrevista, baseada nas fontes abaixo. As formulações resumem os temas e não são transcrições literais; esta contagem não representa o número total de perguntas feitas na transmissão. Ver entrevista completa.

PesquisasRespondeu“Por que a sua candidatura não decolou?”

"Eu já assisti a esse filme em 2018": disse que até aos últimos dias estava em terceiro ou quarto lugar e que a eleição ainda está por definir.

Balanço em MinasRespondeu em parte“Minas tem indicadores abaixo da média nacional; como explica?”

Reconheceu os indicadores, mas sustentou que o estado avançou desde 2019, quando assumiu com contas em crise.

BarragensRespondeu“O que mudou depois de Brumadinho?”

Citou o descomissionamento de barragens e a aprovação da lei "Mar de Lama Nunca Mais".

Fact-check0 alegações ↓
0Verdade0Contradição0Mentira

Ainda não há alegações desta entrevista com veredicto individual publicado. Zero não significa que toda a fala foi verdadeira.

Pontos altos

  • Resposta concreta sobre barragensApontou medidas verificáveis adotadas na gestão estadual depois da tragédia.

Pontos baixos

  • Indicadores de MinasAdmitiu números abaixo da média nacional sem apresentar dados que sustentassem a melhoria alegada.
Leitura de desempenho e fontes ↓

O R7 destacou a aposta na virada de última hora e a defesa do legado mineiro como eixos da entrevista.

Critério: Leitura da cobertura da entrevista

Entrevistadores: Mariana Godoy, Eduardo Ribeiro

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Jornal da Record•15/09/2026

Luiz Inácio Lula da Silva PT

Abertura do ciclo da Record. Lula defendeu investigar todos os ministros do STF ligados ao caso Banco Master, propôs uma reforma profunda do Judiciário, cobrou explicações de Flávio Bolsonaro sobre o dinheiro recebido do Master e fez um balanço do mandato.

5Temas-chave0Checagens—Interrupções
Jornal da RecordAbrir análise ↓
Perguntas-chave e respostas5 blocos catalogados ↓

Seleção editorial dos principais blocos da entrevista, baseada nas fontes abaixo. As formulações resumem os temas e não são transcrições literais; esta contagem não representa o número total de perguntas feitas na transmissão. Ver entrevista completa.

Caso Banco MasterRespondeu“Defende investigar ministros do STF citados no caso Vorcaro?”

"Não tem trégua, é preciso investigar todos, sem distinção." Disse que Fachin tem "a faca e o queijo na mão" para abrir tudo.

JudiciárioRespondeu“O que mudaria no Judiciário num novo mandato?”

Defendeu reforma profunda, com mudança nos critérios de escolha e nos mandatos de magistrados, incluindo outras instâncias.

Segurança públicaRespondeu“O que faz com a PEC da Segurança?”

Afirmou que a aprovação permitirá dobrar o efetivo da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal.

Custo de vidaRespondeu em parte“Por que as famílias continuam endividadas e a sentir preços altos?”

Citou 29% de inadimplência entre endividados e a "menor inflação acumulada em quatro anos", reconhecendo que a percepção de preços altos persiste nos alimentos.

AdversárioRespondeu“Como responde às acusações de Flávio Bolsonaro?”

Devolveu a acusação, cobrando explicações do senador sobre os R$ 65 milhões ligados ao Banco Master e ao "Dark Horse".

Fact-check0 alegações ↓
0Verdade0Contradição0Mentira

Ainda não há alegações desta entrevista com veredicto individual publicado. Zero não significa que toda a fala foi verdadeira.

Pontos altos

  • Não blindou o SupremoRecusou defesa corporativa dos ministros e defendeu apuração de todos, incluindo aliados.
  • Contra-ataque no caso MasterTransferiu para o adversário o ónus de explicar a relação com Daniel Vorcaro.

Pontos baixos

  • Balanço em númerosApoiou grande parte das respostas em comparações com o governo anterior, com menos detalhe sobre o que fará no próximo mandato.
Leitura de desempenho e fontes ↓

A cobertura descreveu um Lula ofensivo no caso Master e na crise do STF, usando a entrevista sobretudo para balanço de governo e confronto com Flávio Bolsonaro.

Critério: Leitura da cobertura da entrevista

Entrevistadores: Mariana Godoy, Eduardo Ribeiro

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SBT Brasil•11/09/2026

Augusto Cury Avante

Segundo nome da série do SBT Brasil, Cury foi pressionado sobre o seu património — o maior entre os presidenciáveis, R$ 242 milhões declarados ao TSE — e sobre possíveis conflitos de interesse com investimentos em terras raras.

3Temas-chave0Checagens—Interrupções
SBT BrasilAbrir análise ↓
Perguntas-chave e respostas3 blocos catalogados ↓

Seleção editorial dos principais blocos da entrevista, baseada nas fontes abaixo. As formulações resumem os temas e não são transcrições literais; esta contagem não representa o número total de perguntas feitas na transmissão. Ver entrevista completa.

Conflito de interessesRespondeu“Os seus investimentos em terras raras são compatíveis com decidir sobre minerais estratégicos?”

Afirmou que retira os investimentos se necessário: "se precisar, eu tiro amanhã", dizendo ter mais dinheiro do que precisa para viver.

PatrimónioRespondeu“Como explica ser o candidato com maior património declarado?”

Atribuiu a fortuna à carreira de escritor e defendeu que a origem do dinheiro é pública e declarada.

GovernoRespondeu em parte“Como governaria sem experiência em cargo executivo?”

Falou em gestão baseada em educação e saúde mental, sem detalhar arranjo de coligação ou base parlamentar.

Fact-check0 alegações ↓
0Verdade0Contradição0Mentira

Ainda não há alegações desta entrevista com veredicto individual publicado. Zero não significa que toda a fala foi verdadeira.

Pontos altos

  • Compromisso explícito sobre terras rarasAssumiu, em direto, que abre mão dos investimentos caso haja conflito de interesses num eventual mandato.

Pontos baixos

  • Pouca concretização sobre governabilidadeNão explicou como formaria maioria no Congresso nem como aplicaria as suas propostas de educação.
Leitura de desempenho e fontes ↓

O SBT News destacou sobretudo a resposta sobre o património e os investimentos, tema que dominou a entrevista.

Critério: Leitura da cobertura da entrevista

Entrevistadores: Marina Demori, Basília Rodrigues

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SBT Brasil•10/09/2026

Luiz Inácio Lula da Silva PT

Primeira entrevista da nova série do SBT Brasil, gravada no Palácio da Alvorada. A maior parte dos 30 minutos foi ocupada pela crise no Supremo: Lula defendeu abertura de sigilos de todos os envolvidos, elogiou a condução de Edson Fachin e disse que qualquer ministro deve ser investigado, incluindo Alexandre de Moraes.

4Temas-chave0Checagens—Interrupções
SBT BrasilAbrir análise ↓
Perguntas-chave e respostas4 blocos catalogados ↓

Seleção editorial dos principais blocos da entrevista, baseada nas fontes abaixo. As formulações resumem os temas e não são transcrições literais; esta contagem não representa o número total de perguntas feitas na transmissão. Ver entrevista completa.

Crise no STFRespondeu“A crise no Supremo afeta a eleição e o senhor defende investigar Moraes?”

Disse que a apuração não deveria mexer com a eleição, criticou vazamentos seletivos e defendeu abrir o sigilo de todos: "colocar todo mundo nu diante da sociedade".

JudiciárioRespondeu“Como avalia a atuação de Fachin e de André Mendonça?”

Elogiou Fachin por avocar o caso e "colocar ordem na casa" e criticou Mendonça por divulgar apenas o que lhe interessava.

Segurança públicaRespondeu“O que muda num novo mandato no combate ao crime organizado?”

Prometeu presídios de segurança máxima e reforço das polícias federais, ligando as medidas à PEC da Segurança.

PesquisasRespondeu em parte“Como explica a queda nas intenções de voto?”

Atribuiu a oscilação ao ambiente de crise institucional e ao noticiário, sem detalhar mudança de estratégia de campanha.

Fact-check0 alegações ↓
0Verdade0Contradição0Mentira

Ainda não há alegações desta entrevista com veredicto individual publicado. Zero não significa que toda a fala foi verdadeira.

Pontos altos

  • Posição clara sobre o SupremoNão poupou nenhum ministro: defendeu investigação de todos, sem distinção, e transparência total dos sigilos.
  • Agenda de segurança objetivaLigou a promessa de presídios de segurança máxima à PEC já em tramitação.

Pontos baixos

  • Resposta lateral sobre as pesquisasAo ser confrontado com a queda nos levantamentos, respondeu pelo contexto político e não pelo desempenho da campanha.
Leitura de desempenho e fontes ↓

A cobertura registou uma entrevista dominada pela crise do STF, com respostas diretas nesse tema e menos espaço para propostas de governo.

Critério: Leitura da cobertura da entrevista

Entrevistadores: Marina Demori, Basília Rodrigues

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CNN Prime Time•07/09/2026

Augusto Cury Avante

Último entrevistado da série, Cury defendeu preferência pela escala 5x2, manutenção temporária do Bolsa Família para quem entra no emprego formal, responsabilização de ministros do STF e um primeiro-ministro como gestor do governo.

4Temas-chave0Checagens—Interrupções
CNN Prime TimeAbrir análise ↓
Perguntas-chave e respostas4 blocos catalogados ↓

Seleção editorial dos principais blocos da entrevista, baseada nas fontes abaixo. As formulações resumem os temas e não são transcrições literais; esta contagem não representa o número total de perguntas feitas na transmissão. Ver entrevista completa.

Jornada de trabalhoRespondeu“A escala 6x1 deve acabar?”

Defendeu priorizar a escala 5x2, admitindo manter a 6x1 em setores que considere necessários.

Bolsa FamíliaRespondeu“O beneficiário perderia o programa ao conseguir emprego ou abrir MEI?”

Negou corte imediato e disse que pretende premiar a entrada no trabalho formal e no empreendedorismo.

STFRespondeu“Defende o impeachment de Alexandre de Moraes?”

Disse apoiar o impeachment se erros forem comprovados, ressalvando o direito de defesa.

Sistema de governoRespondeu“Mudaria o presidencialismo?”

Defendeu um presidente dedicado à estratégia e um primeiro-ministro responsável pela gestão.

Fact-check0 alegações ↓
0Verdade0Contradição0Mentira

Ainda não há alegações desta entrevista com veredicto individual publicado. Zero não significa que toda a fala foi verdadeira.

Pontos altos

  • Condições e ressalvas explícitasEm trabalho e STF, a cobertura registra a posição acompanhada das condições defendidas pelo candidato.

Pontos baixos

  • Mudança de regime sem percurso definidoA síntese da CNN registra a ideia de primeiro-ministro, mas não detalha o modelo constitucional nem a transição.
Leitura de desempenho e fontes ↓

Cury apresentou posições sobre quatro temas centrais, mas a mudança no sistema de governo permaneceu no nível de diretriz.

Critério: Síntese baseada na cobertura da CNN Brasil

Entrevistadores: Márcio Gomes, Edilene Lopes

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Record / Domingo Espetacular•06/09/2026

Romeu Zema Novo

Zema propôs uma poupança inicial de R$ 1 mil para cada recém-nascido, voltou a defender privatizações de empresas estatais e pediu flexibilidade negociada para a jornada de trabalho, mantendo a CLT.

3Temas-chave0Checagens—Interrupções
Domingo EspetacularAbrir análise ↓
Perguntas-chave e respostas3 blocos catalogados ↓

Seleção editorial dos principais blocos da entrevista, baseada nas fontes abaixo. As formulações resumem os temas e não são transcrições literais; esta contagem não representa o número total de perguntas feitas na transmissão. Ver entrevista completa.

Poupança infantilRespondeu“Como funcionaria a conta para recém-nascidos?”

Propôs depósito inicial de R$ 1 mil por criança como incentivo para que as famílias invistam no longo prazo.

PrivatizaçõesRespondeu“O que deve permanecer sob responsabilidade estatal?”

Defendeu privatizar empresas, mas manter saúde, educação e segurança pública como serviços a cargo do Estado.

Escala 6x1Respondeu“A jornada deve ser proibida?”

Defendeu liberdade de negociação entre trabalhador e empregador, com manutenção da CLT.

Fact-check0 alegações ↓
0Verdade0Contradição0Mentira

Ainda não há alegações desta entrevista com veredicto individual publicado. Zero não significa que toda a fala foi verdadeira.

Pontos altos

  • Limite das privatizações explicitadoA entrevista diferencia empresas estatais de serviços públicos que o candidato manteria sob responsabilidade do Estado.

Pontos baixos

  • Financiamento da poupança em abertoA síntese publicada não informa o custo fiscal total nem a origem dos recursos para o depósito inicial.
Leitura de desempenho e fontes ↓

A conversa apresentou três posições concretas, mas a proposta de poupança precisa de detalhamento fiscal adicional.

Critério: Síntese baseada na entrevista integral publicada pela Record

Entrevistadores: Mariana Godoy

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Record / Domingo Espetacular•06/09/2026

Ronaldo Caiado PSD

Caiado apresentou o projeto Sentinela, baseado em integração de dados e inteligência artificial para a segurança pública, defendeu a criação de um ministério para o setor e falou sobre transparência no caso Banco Master e equilíbrio fiscal.

4Temas-chave0Checagens—Interrupções
Domingo EspetacularAbrir análise ↓
Perguntas-chave e respostas4 blocos catalogados ↓

Seleção editorial dos principais blocos da entrevista, baseada nas fontes abaixo. As formulações resumem os temas e não são transcrições literais; esta contagem não representa o número total de perguntas feitas na transmissão. Ver entrevista completa.

Projeto SentinelaRespondeu“Como usaria dados e inteligência artificial contra o crime?”

Propôs cruzar dados de Coaf, Receita, CVM e Polícia Federal para detectar evolução patrimonial suspeita.

Gestão da segurançaRespondeu“Mudaria a estrutura federal do setor?”

Defendeu criar o Ministério da Segurança Pública, que abrigaria o Sentinela.

Banco Master e STFRespondeu“Como avalia a atuação de autoridades no caso?”

Cobrou transparência sobre relações de interesse e afirmou que autoridades devem preservar a confiança pública.

Política fiscal e socialRespondeu“Ajuste fiscal é compatível com programas sociais?”

Disse que equilíbrio fiscal não conflita com proteção social e citou sua gestão em Goiás.

Fact-check0 alegações ↓
0Verdade0Contradição0Mentira

Ainda não há alegações desta entrevista com veredicto individual publicado. Zero não significa que toda a fala foi verdadeira.

Pontos altos

  • Integração de órgãos nomeadaO projeto de segurança identifica bases e instituições que participariam do cruzamento de dados.

Pontos baixos

  • Salvaguardas de dados não descritasA síntese da Record não detalha critérios de acesso, proteção de dados ou revisão de falsos positivos do sistema proposto.
Leitura de desempenho e fontes ↓

A entrevista acrescentou uma proposta operacional de segurança e posições sobre STF e gasto social, com governança de dados ainda a detalhar.

Critério: Síntese baseada na entrevista integral publicada pela Record

Entrevistadores: Mariana Godoy

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CNN Prime Time•04/09/2026

Romeu Zema Novo

Zema voltou a defender privatizações e propôs dividir a Petrobras em até cinco empresas. Também relacionou redução dos juros ao corte de gastos e cobrou apuração do caso Banco Master independentemente do campo político.

4Temas-chave0Checagens—Interrupções
CNN Prime TimeAbrir análise ↓
Perguntas-chave e respostas4 blocos catalogados ↓

Seleção editorial dos principais blocos da entrevista, baseada nas fontes abaixo. As formulações resumem os temas e não são transcrições literais; esta contagem não representa o número total de perguntas feitas na transmissão. Ver entrevista completa.

PetrobrasRespondeu“Como privatizaria a estatal?”

Propôs dividir a Petrobras em três, quatro ou cinco empresas antes da privatização para ampliar a competição.

Juros e contas públicasRespondeu“Como reduziria a taxa de juros?”

Associou uma queda dos juros para 6% ao ataque aos gastos do governo.

Banco MasterRespondeu“Como trataria suspeitas que atinjam atores de direita?”

Disse que pessoas de direita também devem ser punidas e classificou como grave a ligação atribuída a ministro com Daniel Vorcaro.

CopasaRespondeu“Como responde às queixas posteriores à privatização da companhia mineira?”

Atribuiu os problemas atuais a anos de investimento baixo e ao curto período desde a privatização.

Fact-check0 alegações ↓
0Verdade0Contradição0Mentira

Ainda não há alegações desta entrevista com veredicto individual publicado. Zero não significa que toda a fala foi verdadeira.

Pontos altos

  • Modelo de privatização explicitadoAo propor a divisão da Petrobras, apresentou uma etapa concreta do modelo que defende.

Pontos baixos

  • Impactos ainda não quantificadosA cobertura consultada não traz estimativas de preço, prazo ou efeito fiscal da divisão proposta.
Leitura de desempenho e fontes ↓

A entrevista reforçou a agenda liberal do candidato e acrescentou um desenho inicial para a Petrobras, ainda sem mensuração na reportagem.

Critério: Síntese baseada na cobertura da CNN Brasil

Entrevistadores: Márcio Gomes, Edilene Lopes

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UOL / Folha•04/09/2026

Ronaldo Caiado PSD

Caiado apresentou um pacote de emergência fiscal, defendeu sua política de segurança e respondeu sobre o projeto Dark Horse e a crise no STF. A checagem do UOL classificou afirmações da entrevista como enganosas, falsas, exageradas ou sem sustentação.

4Temas-chave0Checagens—Interrupções
Sabatina UOL/FolhaAbrir análise ↓
Perguntas-chave e respostas4 blocos catalogados ↓

Seleção editorial dos principais blocos da entrevista, baseada nas fontes abaixo. As formulações resumem os temas e não são transcrições literais; esta contagem não representa o número total de perguntas feitas na transmissão. Ver entrevista completa.

Emergência fiscalRespondeu“Quais despesas e benefícios cortaria?”

Propôs cortar emendas impositivas, auditar benefícios, reduzir repasses a Poderes e revisar incentivos fiscais, por meio de emenda constitucional.

Câmeras corporaisRespondeu em parte“Por que é contra câmeras nos uniformes policiais?”

Disse confiar na corregedoria e citou aprovação das forças de Goiás, mas não respondeu como as câmeras impediriam o combate ao crime.

Projeto Dark HorseRespondeu em parte“Qual foi sua relação com o projeto e com Daniel Vorcaro?”

Tratou das ligações financeiras e políticas questionadas durante a entrevista; a cobertura manteve o tema sob escrutínio.

Segurança públicaRespondeu“Como enfrentaria o crime organizado em escala nacional?”

Acusou o governo federal de conivência com o narcotráfico e prometeu separar o Estado de direito do poder territorial do crime.

Fact-check0 alegações ↓
0Verdade0Contradição0Mentira

Ainda não há alegações desta entrevista com veredicto individual publicado. Zero não significa que toda a fala foi verdadeira.

Pontos altos

  • Pacote fiscal enumeradoA transmissão registra quatro frentes de ajuste, permitindo ao leitor identificar a proposta e suas dependências do Congresso.

Pontos baixos

  • Afirmações contestadas pela checagemO UOL classificou alegações sobre educação e violência como enganosas, além de apontar afirmações falsas, exageradas ou sem sustentação.
Leitura de desempenho e fontes ↓

A sabatina trouxe propostas concretas, mas também várias alegações posteriormente contestadas pela checagem do próprio UOL.

Critério: Transmissão e checagem publicadas por UOL/Folha

Entrevistadores: Jornalistas de UOL e Folha de S.Paulo

Assistir à íntegra
CNN Prime Time•03/09/2026

Renan Santos Missão

Renan tratou de política externa, ambiente, segurança e instituições. Criticou a atuação de Donald Trump na eleição, defendeu combate ao garimpo ilegal, fim das cotas raciais e a criação de uma nova Constituição.

4Temas-chave0Checagens—Interrupções
CNN Prime TimeAbrir análise ↓
Perguntas-chave e respostas4 blocos catalogados ↓

Seleção editorial dos principais blocos da entrevista, baseada nas fontes abaixo. As formulações resumem os temas e não são transcrições literais; esta contagem não representa o número total de perguntas feitas na transmissão. Ver entrevista completa.

Política externaRespondeu“Como seria a relação do Brasil com os Estados Unidos?”

Disse que Trump não seria o primeiro chefe de Estado a quem telefonaria e criticou a interferência do presidente americano na eleição.

Meio ambiente e comércioRespondeu“Como conciliaria proteção ambiental e competitividade do agronegócio?”

Defendeu combater o garimpo clandestino, mostrar resultados ambientais ao mundo e sustentar a competitividade do agro brasileiro.

Ações afirmativasRespondeu“Manteria as cotas raciais?”

Defendeu o fim das cotas raciais, que classificou como injustas.

ConstituiçãoRespondeu“Propõe mudanças na ordem constitucional?”

Defendeu a elaboração de uma nova Constituição para o país.

Fact-check0 alegações ↓
0Verdade0Contradição0Mentira

Ainda não há alegações desta entrevista com veredicto individual publicado. Zero não significa que toda a fala foi verdadeira.

Pontos altos

  • Agenda identificávelAs posições sobre ambiente, cotas e Constituição ficaram claramente registradas na cobertura da CNN.

Pontos baixos

  • Mudança constitucional sem roteiro completoA reportagem-síntese não apresenta um desenho completo para convocação, limites e aprovação de uma nova Constituição.
Leitura de desempenho e fontes ↓

A entrevista expôs posições nítidas, incluindo propostas de grande impacto institucional que exigem detalhamento adicional.

Critério: Síntese baseada na cobertura da CNN Brasil

Entrevistadores: Márcio Gomes, Edilene Lopes

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CNN Prime Time•02/09/2026

Ronaldo Caiado PSD

Na abertura da série da CNN, Caiado concentrou a entrevista no STF, em segurança pública e na jornada de trabalho. Defendeu afastamento de Alexandre de Moraes, idade mínima para indicados ao Supremo, escala 5x2 e rejeitou câmeras corporais.

4Temas-chave0Checagens—Interrupções
CNN Prime TimeAbrir análise ↓
Perguntas-chave e respostas4 blocos catalogados ↓

Seleção editorial dos principais blocos da entrevista, baseada nas fontes abaixo. As formulações resumem os temas e não são transcrições literais; esta contagem não representa o número total de perguntas feitas na transmissão. Ver entrevista completa.

STFRespondeu“Como reagiria à crise envolvendo ministros do Supremo?”

Defendeu que o STF investigue os fatos e afirmou não ver condições para a permanência de Alexandre de Moraes na Corte.

TrabalhoRespondeu“Qual posição adotaria sobre a escala 6x1?”

Rejeitou uma mudança feita em contexto que chamou de eleitoral e declarou preferência pela escala 5x2.

Segurança públicaRespondeu“Apoia câmeras nos uniformes policiais?”

Manifestou-se contra o uso de câmeras corporais por policiais.

Indicações ao SupremoRespondeu“Mudaria os critérios para nomeações ao STF?”

Defendeu idade mínima de 60 anos para novos indicados à Corte.

Fact-check0 alegações ↓
0Verdade0Contradição0Mentira

Ainda não há alegações desta entrevista com veredicto individual publicado. Zero não significa que toda a fala foi verdadeira.

Pontos altos

  • Posições delimitadasA cobertura da CNN registra respostas objetivas sobre STF, jornada de trabalho e câmeras corporais.

Pontos baixos

  • Execução institucional em abertoA síntese publicada não detalha como as mudanças defendidas para o Supremo seriam negociadas e implementadas.
Leitura de desempenho e fontes ↓

Entrevista marcada por posições diretas em temas institucionais e de segurança, com menos detalhe operacional na reportagem-síntese.

Critério: Síntese baseada na cobertura da CNN Brasil

Entrevistadores: Márcio Gomes, Edilene Lopes

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Record / Domingo Espetacular•30/08/2026

Flávio Bolsonaro PL

Flávio Bolsonaro falou sobre o financiamento da cinebiografia do pai e o projeto Dark Horse, a eventual participação de Jair Bolsonaro em seu governo, escala 6x1, crime organizado, saúde e educação.

4Temas-chave0Checagens—Interrupções
Domingo EspetacularAbrir análise ↓
Perguntas-chave e respostas4 blocos catalogados ↓

Seleção editorial dos principais blocos da entrevista, baseada nas fontes abaixo. As formulações resumem os temas e não são transcrições literais; esta contagem não representa o número total de perguntas feitas na transmissão. Ver entrevista completa.

Projeto Dark HorseRespondeu“Como explica o financiamento do projeto ligado à cinebiografia de Jair Bolsonaro?”

Abordou o financiamento e sua relação com o projeto durante a entrevista.

Composição de governoRespondeu“Jair Bolsonaro poderia integrar um eventual governo?”

Disse que uma nomeação dependeria da vontade do ex-presidente e ressaltou que continua ouvindo seus conselhos.

Escala 6x1Respondeu em parte“Qual é sua posição sobre os projetos de mudança da jornada?”

Comentou a tramitação das propostas para o fim da escala 6x1.

Crime organizadoRespondeu“Que medidas propõe para enfrentar facções?”

Apresentou propostas de combate ao crime organizado.

Fact-check0 alegações ↓
0Verdade0Contradição0Mentira

Ainda não há alegações desta entrevista com veredicto individual publicado. Zero não significa que toda a fala foi verdadeira.

Pontos altos

  • Temas sensíveis incluídosA Record registrou perguntas sobre o projeto Dark Horse e o papel político do ex-presidente.

Pontos baixos

  • Síntese sem medidas completasA página de apresentação enumera saúde, educação e crime organizado, mas não resume todas as medidas defendidas nesses blocos.
Leitura de desempenho e fontes ↓

A entrevista combinou controvérsias da campanha, composição de governo e propostas setoriais; alguns blocos exigem a íntegra para todos os detalhes.

Critério: Síntese baseada na entrevista integral publicada pela Record

Entrevistadores: Mariana Godoy

Assistir à íntegra
Jornal Nacional•29/08/2026

Augusto Cury Avante

Sexto e último entrevistado da série. O Ranking dos Políticos verificou 13 alegações: seis verdadeiras, três parciais, uma não verificável e três falsas. As imprecisões concentraram-se em números de grande escala e na atribuição de ineditismo a propostas.

6Temas-chave13Checagens—Interrupções
Entrevistas após o Jornal NacionalAbrir análise ↓
Perguntas-chave e respostas6 blocos catalogados ↓

Seleção editorial dos principais blocos da entrevista, baseada nas fontes abaixo. As formulações resumem os temas e não são transcrições literais; esta contagem não representa o número total de perguntas feitas na transmissão. Ver entrevista completa.

Economia e impostosRespondeu em parte“Os números apresentados sobre tributação e custo de vida estavam atualizados?”

Acertou as faixas de alimentos e energia, mas usou uma alíquota de bets que havia sido alterada em 2026.

Saúde e política socialRespondeu em parte“Como funcionariam a telemedicina e as mudanças propostas para programas sociais?”

Apresentou metas sem estudo público e reivindicou mudanças que, em parte, já existem nas regras atuais.

JudiciárioRespondeu em parte“Qual é o diagnóstico e o que há de novo na proposta de reforma do STF?”

Acertou a ordem de grandeza das decisões do STF, mas errou na comparação internacional de advogados e no ineditismo da reforma.

Segurança públicaRespondeu“Que experiência anterior sustenta suas propostas para as forças de segurança?”

A parceria gratuita para prevenção do suicídio entre policiais foi confirmada pela checagem.

NeurodivergênciaRespondeu em parte“Quantas pessoas neurodivergentes seriam alcançadas pelas políticas propostas?”

Apresentou um número de grande escala que foi classificado como falso pelo levantamento do Ranking dos Políticos.

Tecnologia e estrutura de governoRespondeu“Criaria novas estruturas para inteligência artificial e segurança?”

Defendeu um Ministério da Segurança Pública e uma pasta ou secretaria executiva voltada à inteligência artificial e à robótica.

Fact-check13 alegações ↓
6Verdadeiras3Parciais1Não verificáveis3Falsas
Interrupções: não contabilizadasFonte da classificação

O total reproduz o levantamento consolidado da fonte; as alegações não foram duplicadas aqui.

Pontos altos

  • Seis alegações confirmadasA checagem confirmou dados sobre energia, alimentos, salário mínimo, endividamento, decisões do STF e treinamento de policiais.

Pontos baixos

  • Três afirmações falsasO Ranking contestou o número de pessoas neurodivergentes, a comparação mundial de advogados e a alegação de exclusividade da reforma do STF.
Leitura de desempenho e fontes ↓

A entrevista combinou dados confirmados em economia e trajetória pessoal com imprecisões relevantes em estatísticas populacionais e comparações institucionais.

Critério: Checagem publicada pelo Ranking dos Políticos

Entrevistadores: Renata Vasconcellos, César Tralli

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Jornal Nacional•28/08/2026

Flávio Bolsonaro PL

A sabatina mais tensa da série: Flávio foi pressionado sobre o destino dos recursos obtidos junto de Daniel Vorcaro, admitiu erro do irmão no episódio do tarifaço e negou a origem humana do aquecimento global. Foi filmado com uma 'cola' na mão, com as palavras 'mudança', 'futuro' e '7 de setembro'.

5Temas-chave9Checagens35Interrupções
Entrevistas após o Jornal NacionalAbrir análise ↓
Perguntas-chave e respostas5 blocos catalogados ↓

Seleção editorial dos principais blocos da entrevista, baseada nas fontes abaixo. As formulações resumem os temas e não são transcrições literais; esta contagem não representa o número total de perguntas feitas na transmissão. Ver entrevista completa.

Caso Vorcaro / Banco MasterDesviou-se“Para onde foram os recursos recebidos de Daniel Vorcaro?”

Não explicou o destino dos valores, segundo a CBN, e remeteu para a atuação parlamentar na CPI.

Tarifaço e o irmãoRespondeu em parte“A articulação do seu irmão nos EUA prejudicou o Brasil?”

Admitiu que houve erro, mas contextualizou a atuação de forma que os checadores consideraram fora de contexto.

ClimaDesviou-se“O aquecimento global é causado pela ação humana?”

Negou a origem humana, falou em 'épocas cíclicas' e desviou para saneamento básico.

Pix e urnas eletrónicasRespondeu“Mantém as críticas ao Pix e às urnas?”

Repetiu afirmações classificadas como erradas pela Lupa sobre o Pix, a Dark Horse e a segurança das urnas.

Segurança das urnasRespondeu em parte“Que evidência sustenta a alegação de vulnerabilidade das urnas eletrônicas?”

Repetiu episódios que, segundo a checagem, não demonstraram a vulnerabilidade atribuída ao sistema eleitoral.

Fact-check9 alegações ↓
4Verdadeiras3Parciais1Não verificáveis1Falsas
  • “As afirmações sobre o Pix feitas na entrevista estavam corretas.”

    Mentira

    A Lupa classificou as alegações sobre o sistema de pagamentos como erradas.

    Fonte: Agência Lupa
  • “A referência à Dark Horse correspondia aos fatos apurados.”

    Mentira

    A checagem não encontrou sustentação para a versão apresentada.

    Fonte: Agência Lupa
  • “As alegações sobre ataques e segurança das urnas eletrônicas estavam corretas.”

    Mentira

    Os episódios citados não demonstraram a vulnerabilidade descrita pelo candidato.

    Fonte: Agência Lupa
  • “O aquecimento global não tem origem humana relevante.”

    Mentira

    A afirmação contraria o consenso científico sintetizado pelos checadores.

    Fonte: Agência Lupa
  • “A atuação do senador na CPI do caso Master teve o alcance descrito.”

    Contradição

    A checagem classificou como exagerada a dimensão atribuída à atuação parlamentar.

    Fonte: Agência Lupa

Pontos altos

  • Postura calma sob pressãoAliados citados pela CNN Brasil e uma análise da Exame destacaram a serenidade e a organização da performance, num formato que lhe era hostil.
  • Reconheceu um erro do próprio campoAdmitir que houve erro no episódio do tarifaço foi visto como movimento de moderação em relação ao discurso habitual.

Pontos baixos

  • Não explicou o dinheiro de VorcaroA pergunta central sobre o destino dos recursos ficou sem resposta objetiva, segundo a CBN.
  • Negação do aquecimento globalOs próprios aliados, ouvidos pela CNN Brasil, chamaram-lhe 'derrapada'; o Poder360 registou o desvio para saneamento.
  • A 'cola' na mãoUOL e Poder360 mostraram as palavras escritas na palma da mão — 'mudança', 'futuro' e '7 de setembro' —, repetindo um gesto do pai.
  • Erros factuais em sérieA Lupa registou erros sobre Pix, Dark Horse e ataques às urnas, e exagero na descrição da sua atuação na CPI do caso Master.
Leitura de desempenho e fontes ↓

Entrevistadores: Renata Vasconcellos, César Tralli

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O Globo / Valor Econômico•28/08/2026

Augusto Cury Avante

Último dos seis presidenciáveis da série. O escritor e psiquiatra do Avante apostou no registo que o tornou conhecido — saúde mental, educação emocional e crítica à polarização — e teve mais dificuldade quando a conversa passou para orçamento, articulação com o Congresso e política económica.

4Temas-chave0Checagens—Interrupções
Sabatina O Globo / Valor Econômico / CBNAbrir análise ↓
Perguntas-chave e respostas4 blocos catalogados ↓

Seleção editorial dos principais blocos da entrevista, baseada nas fontes abaixo. As formulações resumem os temas e não são transcrições literais; esta contagem não representa o número total de perguntas feitas na transmissão. Ver entrevista completa.

Saúde mental e educaçãoRespondeu“Como transformaria a sua área de origem em política pública nacional?”

Detalhou a proposta de educação socioemocional nas escolas e de rede de prevenção em saúde mental.

EconomiaRespondeu em parte“Que política fiscal e económica adotaria?”

Respondeu em termos gerais, sem fixar metas ou instrumentos concretos.

GovernabilidadeDesviou-se“Sem partido grande e sem tempo de TV, como governaria com o Congresso?”

Voltou ao apelo contra a polarização em vez de descrever uma estratégia de coligação.

PolarizaçãoRespondeu em parte“Como transformaria o discurso de pacificação em ação política?”

Disse que enviaria cartas a Lula e Flávio Bolsonaro e voltaria a defender diálogo, sem apresentar nessa resposta um mecanismo institucional completo.

Fact-check0 alegações ↓
0Verdade0Contradição0Mentira

Ainda não há alegações desta entrevista com veredicto individual publicado. Zero não significa que toda a fala foi verdadeira.

Pontos altos

  • Autoridade no tema próprioNas perguntas sobre saúde mental e educação apresentou o discurso mais específico e coerente da entrevista.
  • Tom conciliador num ciclo agressivoOcupou o espaço do candidato que recusa o confronto, contraste evidente com o resto da série.

Pontos baixos

  • Generalidade nas contas públicasNas perguntas de economia e orçamento não avançou metas nem instrumentos, ficando no plano dos princípios.
  • Sem resposta sobre governabilidadeA pergunta sobre articulação política com o Congresso ficou sem plano concreto — a mesma lacuna apontada após o debate da Band.
Leitura de desempenho e fontes ↓

Forte no tema que domina e simpático no tom, ainda pouco concreto naquilo que uma Presidência exige em economia e articulação política.

Critério: Resumo em cinco pontos publicado por O Globo/CBN/Valor

Entrevistadores: Equipe de O Globo, Valor Econômico e CBN

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Jornal Nacional•27/08/2026

Luiz Inácio Lula da Silva PT

O candidato à reeleição foi confrontado sobretudo com os inquéritos que envolvem o filho, a relação com uma lobista, o caso Banco Master, as fraudes no INSS, a economia e a segurança pública. Chamou as acusações de 'ilações', disse que o filho pagará se cometeu ilícitos e negou qualquer blindagem; a checagem apanhou erros nos números do PIB e exageros em programas sociais.

7Temas-chave27Checagens32Interrupções
Entrevistas após o Jornal NacionalAbrir análise ↓
Perguntas-chave e respostas7 blocos catalogados ↓

Seleção editorial dos principais blocos da entrevista, baseada nas fontes abaixo. As formulações resumem os temas e não são transcrições literais; esta contagem não representa o número total de perguntas feitas na transmissão. Ver entrevista completa.

Inquéritos sobre o filhoRespondeu“O senhor blindou o seu filho em investigações?”

Negou blindagem, classificou as acusações como ilações e afirmou que, se cometeu ilícitos, o filho pagará.

Relação com lobistaRespondeu em parte“Encontrou-se com a lobista ligada ao seu filho?”

Negou o encontro; o Aos Fatos transcreveu e contestou parte da versão apresentada.

Economia e dívida públicaRespondeu em parte“Como controla o crescimento da dívida pública?”

Respondeu com ironia à apresentadora, dizendo esperar uma pergunta diferente, e errou nos dados do PIB, segundo a Lupa.

Caso Banco Master e INSSRespondeu em parte“Que responsabilidade tem o governo nas fraudes do INSS e no caso Master?”

Atribuiu a origem dos descontos a gestões anteriores e destacou o ressarcimento aos aposentados.

Segurança públicaRespondeu“O que muda num novo mandato no combate ao crime organizado?”

Disse querer 'recuperar território' do crime e criticou Marcola por pedir dinheiro a lobista.

Combate à fomeRespondeu em parte“Qual foi o alcance real das políticas de combate à fome?”

Atribuiu uma redução ampla aos programas do governo, mas a checagem apontou exagero e falta de contexto na comparação.

Ensino superiorRespondeu em parte“Quanto a rede pública de ensino superior avançou no atual mandato?”

Defendeu a expansão da rede; os dados confirmam crescimento, mas não toda a dimensão apresentada na entrevista.

Fact-check27 alegações ↓
10Verdadeiras7Parciais3Não verificáveis7Falsas
  • “Os números citados sobre o crescimento do PIB estavam corretos.”

    Mentira

    A Lupa comparou a fala com as séries oficiais e classificou os números como errados.

    Fonte: Agência Lupa
  • “Os resultados atribuídos ao combate à fome tinham a dimensão apresentada.”

    Contradição

    A checagem apontou exagero e falta de contexto na comparação usada.

    Fonte: Agência Lupa
  • “A expansão da rede pública de ensino superior correspondia integralmente à fala.”

    Contradição

    Os dados confirmam expansão, mas não sustentam toda a dimensão atribuída pelo candidato.

    Fonte: Agência Lupa
  • “A versão apresentada sobre a relação com a lobista era compatível com os registros disponíveis.”

    Contradição

    Lupa e Aos Fatos registraram inconsistências e pontos ainda não explicados na versão.

    Fonte: Aos Fatos

Pontos altos

  • Réplica que agradou à baseO Poder360 registou a comemoração de petistas com a ironia usada ao responder sobre as contas do governo — lida por aliados como controlo do ritmo da entrevista.
  • Não fugiu ao tema do filhoEnfrentou de frente a pergunta mais desconfortável da noite e assumiu que o filho responderá se houver ilícito.

Pontos baixos

  • Erro sobre o PIBA Agência Lupa classificou como errados os números apresentados sobre o crescimento da economia.
  • Exageros sobre fome e ensino superiorOs checadores apontaram exagero nos resultados atribuídos ao combate à fome e à ampliação da rede pública de ensino superior.
  • Versão contestada sobre a lobistaO Aos Fatos e a Lupa registaram inconsistências na explicação sobre a relação com a lobista amiga do filho.
Leitura de desempenho e fontes ↓

Entrevistadores: Renata Vasconcellos, César Tralli

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O Globo / Valor Econômico•27/08/2026

Renan Santos Missão

Renan defendeu estado de exceção permanente em áreas dominadas pelo crime, disse que não cumpriria decisões judiciais que considerasse ilegais, criticou o fim da escala 6x1 e apresentou digitalização do SUS como uma de suas propostas.

4Temas-chave0Checagens—Interrupções
Sabatina O Globo / Valor / CBNAbrir análise ↓
Perguntas-chave e respostas4 blocos catalogados ↓

Seleção editorial dos principais blocos da entrevista, baseada nas fontes abaixo. As formulações resumem os temas e não são transcrições literais; esta contagem não representa o número total de perguntas feitas na transmissão. Ver entrevista completa.

Segurança públicaRespondeu“Como recuperaria territórios dominados pelo crime organizado?”

Defendeu ocupação estatal, destruição das lideranças criminosas e um estado de exceção permanente nesses territórios.

SaúdeRespondeu“Que mudanças faria no SUS?”

Defendeu prontuário único e uso de inteligência artificial e modelos preditivos para atendimento e alocação de recursos.

Relação com o JudiciárioRespondeu“Cumpriria decisões judiciais das quais discordasse?”

Disse que não cumpriria decisões que considerasse ilegais, sem definir um mecanismo institucional para resolver o conflito.

Trabalho — escala 6x1Respondeu“Apoia o fim da escala de trabalho 6x1?”

Manifestou-se contra o fim da escala, argumentando que a mudança afetaria custos e empregos.

Fact-check0 alegações ↓
0Verdade0Contradição0Mentira

Ainda não há alegações desta entrevista com veredicto individual publicado. Zero não significa que toda a fala foi verdadeira.

Pontos altos

  • Proposta tecnológica para o SUSApresentou ferramentas e objetivos identificáveis para integrar dados e planejar o atendimento.

Pontos baixos

  • Conflito jurídico não resolvidoA defesa de estado de exceção permanente e de descumprimento de decisões consideradas ilegais deixou sem solução os controles constitucionais dessas medidas.
Leitura de desempenho e fontes ↓

Renan foi específico em tecnologia e segurança, mas as medidas de exceção e desobediência judicial concentraram as maiores dúvidas institucionais da entrevista.

Critério: Resumo em cinco pontos publicado por O Globo

Entrevistadores: Milton Jung, Lauro Jardim, Malu Gaspar, Maria Cristina Fernandes

Ver cobertura e vídeo
Jornal Nacional•26/08/2026

Renan Santos Missão

Terceiro entrevistado da série, Renan Santos foi o candidato que mais se afastou do consenso: declarou-se contra o fim da escala 6x1, prometeu confronto direto com o crime organizado e manteve o tom sem filtro que o distingue — o mesmo que divide a avaliação do eleitorado.

3Temas-chave11Checagens38Interrupções
Entrevistas após o Jornal NacionalAbrir análise ↓
Perguntas-chave e respostas3 blocos catalogados ↓

Seleção editorial dos principais blocos da entrevista, baseada nas fontes abaixo. As formulações resumem os temas e não são transcrições literais; esta contagem não representa o número total de perguntas feitas na transmissão. Ver entrevista completa.

Trabalho — escala 6x1Respondeu“É a favor do fim da escala 6x1?”

Disse-se contra o fim da escala, argumentando com o custo para pequenos negócios e o risco de desemprego.

Segurança públicaRespondeu“O que faria contra as facções?”

Prometeu enfrentamento direto ao crime organizado, retomando a proposta de presídios de segurança máxima.

Experiência de governoRespondeu em parte“Nunca geriu um orçamento público. Por que confiar-lhe a Presidência?”

Respondeu pela via política — a de ser um outsider sem compromissos —, sem detalhar equipa ou método de gestão.

Fact-check11 alegações ↓
6Verdadeiras2Parciais3Não verificáveis0Falsas

O total reproduz o levantamento consolidado da fonte; as alegações não foram duplicadas aqui.

Pontos altos

  • Respostas diretas, sem rodeiosAssumiu posições impopulares em blocos como o do trabalho sem recorrer a formulações ambíguas.
  • Consistência com o discurso de campanhaManteve na TV aberta a mesma agenda de segurança que já lhe tinha dado destaque no primeiro debate.

Pontos baixos

  • Falta de detalhe na máquina públicaNas perguntas sobre gestão e orçamento, respondeu com posicionamento político em vez de método — a mesma crítica que recebeu depois do debate da Band.
  • Tom que divideO estilo de confronto, eficaz com parte do eleitorado, continua a ser apontado como agressivo por outra parte, sobretudo entre eleitoras.
Leitura de desempenho e fontes ↓

Coerente e direto no que domina — segurança e trabalho —, mais frágil quando a pergunta exige experiência de gestão.

Critério: Destaques da sabatina publicados pela CBN e cobertura de O Globo

Entrevistadores: Renata Vasconcellos, César Tralli

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O Globo / Valor Econômico•26/08/2026

Ronaldo Caiado PSD

Caiado defendeu uma atuação mais dura contra o crime organizado, com participação das Forças Armadas e novos presídios de segurança máxima, e criticou Lula e o grupo Bolsonaro pela condução do tarifaço americano.

3Temas-chave0Checagens—Interrupções
Sabatina O Globo / Valor / CBNAbrir análise ↓
Perguntas-chave e respostas3 blocos catalogados ↓

Seleção editorial dos principais blocos da entrevista, baseada nas fontes abaixo. As formulações resumem os temas e não são transcrições literais; esta contagem não representa o número total de perguntas feitas na transmissão. Ver entrevista completa.

Segurança públicaRespondeu“Como estruturaria a resposta federal ao crime organizado?”

Defendeu envolver as Forças Armadas e construir quarenta presídios de segurança máxima.

Relações exterioresRespondeu“Como avalia a reação brasileira às tarifas dos Estados Unidos?”

Criticou o governo Lula e integrantes do grupo Bolsonaro e defendeu recuperar o peso da diplomacia profissional.

Forças ArmadasRespondeu em parte“Qual seria o limite da participação militar no combate ao crime organizado?”

Defendeu envolver as Forças Armadas na resposta federal, mas as fontes consultadas não registram um detalhamento completo das competências e salvaguardas jurídicas.

Fact-check0 alegações ↓
0Verdade0Contradição0Mentira

Ainda não há alegações desta entrevista com veredicto individual publicado. Zero não significa que toda a fala foi verdadeira.

Pontos altos

  • Escala anunciada para presídiosApresentou uma quantidade objetiva para a expansão do sistema de segurança máxima.

Pontos baixos

  • Custo e competências em abertoAs reportagens consultadas não detalham o custo, o cronograma ou os limites jurídicos da participação militar proposta.
Leitura de desempenho e fontes ↓

A entrevista consolidou a segurança como eixo central e trouxe metas de infraestrutura prisional, deixando abertas as condições jurídicas e fiscais da execução.

Critério: Cobertura da entrevista reproduzida pelo SBT News e O Globo

Entrevistadores: Milton Jung, Lauro Jardim, Malu Gaspar, Maria Cristina Fernandes

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Jornal Nacional•25/08/2026

Ronaldo Caiado PSD

Caiado apostou na segurança pública e no combate às facções, o eixo da sua candidatura, e propôs anistia 'ampla, geral e irrestrita' aos envolvidos no 8 de janeiro como caminho para 'despolarizar' o país. Foi o candidato mais criticado por fugir a perguntas diretas, e tropeçou em dados internacionais.

4Temas-chave11Checagens41Interrupções
Entrevistas após o Jornal NacionalAbrir análise ↓
Perguntas-chave e respostas4 blocos catalogados ↓

Seleção editorial dos principais blocos da entrevista, baseada nas fontes abaixo. As formulações resumem os temas e não são transcrições literais; esta contagem não representa o número total de perguntas feitas na transmissão. Ver entrevista completa.

Segurança públicaRespondeu em parte“Como levaria o modelo de Goiás contra as facções para o país?”

Detalhou operações e integração de forças, mas usou dados sobre facções fora de contexto, segundo a Lupa.

Anistia ao 8 de JaneiroRespondeu“Defende anistia a quem participou da tentativa de golpe?”

Defendeu anistia ampla, geral e irrestrita como forma de despolarizar o Brasil, e comparou-a à anulação das condenações de Lula.

Alianças e polarizaçãoDesviou-se“Com quem governaria e como se posiciona entre Lula e o bolsonarismo?”

Não fixou posição; devolveu a pergunta ao tema da pacificação nacional, conforme registou o Poder360.

Cooperação internacionalRespondeu em parte“Que papel teria a cooperação internacional no combate ao crime organizado?”

Descreveu incorretamente a atuação da Europol, segundo a checagem em direto.

Fact-check11 alegações ↓
5Verdadeiras3Parciais2Não verificáveis1Falsas
  • “A Europol atua da forma descrita pelo candidato.”

    Mentira

    A Lupa apontou erro na descrição das competências e da atuação da Europol.

    Fonte: Agência Lupa
  • “Os dados sobre facções usados na resposta podiam ser comparados diretamente.”

    Contradição

    A checagem considerou que os números foram apresentados sem o contexto necessário.

    Fonte: Agência Lupa
  • “A anistia do 8 de janeiro era equivalente à anulação das condenações de Lula.”

    Contradição

    Os institutos jurídicos e os processos não são equivalentes; a comparação foi exagerada.

    Fonte: g1 — Fato ou Fake

Pontos altos

  • Terreno próprio: crime organizadoManteve-se firme e específico ao falar de operações contra facções, o tema que estrutura a sua campanha.
  • Posição clara sobre anistiaAo contrário de outros momentos, não hesitou: assumiu a defesa da anistia ampla e explicou o raciocínio político por trás dela.

Pontos baixos

  • Fugiu de perguntas diretasO Poder360 titulou a análise com a fuga às perguntas — sobretudo nas que exigiam posicionamento entre os dois polos da disputa.
  • Erro sobre a Europol e comparação exageradaA Lupa registou erro na descrição da Europol e classificou como exagerada a comparação entre a anistia do 8 de janeiro e a anulação das condenações de Lula.
Leitura de desempenho e fontes ↓

Entrevistadores: Renata Vasconcellos, César Tralli

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O Globo / Valor Econômico•25/08/2026

Romeu Zema Novo

Zema criticou a atuação de ministros do STF, propôs mudanças na governança do Congresso e delimitou o plano de privatizações: preservaria Caixa, Embrapa e IBGE e desmembraria Petrobras e Banco do Brasil.

4Temas-chave0Checagens—Interrupções
Sabatina O Globo / Valor / CBNAbrir análise ↓
Perguntas-chave e respostas4 blocos catalogados ↓

Seleção editorial dos principais blocos da entrevista, baseada nas fontes abaixo. As formulações resumem os temas e não são transcrições literais; esta contagem não representa o número total de perguntas feitas na transmissão. Ver entrevista completa.

EstataisRespondeu“Quais empresas públicas seriam privatizadas?”

Excluiu Caixa, Embrapa e IBGE e defendeu desmembrar Petrobras e Banco do Brasil antes de privatizações.

CongressoRespondeu“Como mudaria a governança do Legislativo?”

Questionou o poder dos presidentes da Câmara e do Senado de bloquear matérias apoiadas por parlamentares e propôs mudanças graduais.

Incentivos fiscaisRespondeu“Como trataria as isenções concedidas a setores da economia?”

Defendeu um desmame gradual de benefícios fiscais que se prolongam sem prazo definido.

Trabalho e PrevidênciaRespondeu“Que mudanças faria na CLT e nas regras de aposentadoria?”

Defendeu maior flexibilidade na forma de pagamento de direitos trabalhistas e novo cálculo previdenciário ligado à expectativa de vida.

Fact-check0 alegações ↓
0Verdade0Contradição0Mentira

Ainda não há alegações desta entrevista com veredicto individual publicado. Zero não significa que toda a fala foi verdadeira.

Pontos altos

  • Limites do plano de privatizaçãoDiferenciou as estatais que preservaria das que pretende reorganizar e vender.

Pontos baixos

  • Mudança legislativa em linhas geraisA reportagem registra o problema apontado na governança do Congresso, mas não um desenho legislativo completo para a reforma.
Leitura de desempenho e fontes ↓

A sabatina refinou uma posição antes tratada como privatização ampla e tornou mais clara a lista de exceções, além de abrir uma agenda de reforma do Congresso.

Critério: Resumo factual do g1 e cobertura da entrevista

Entrevistadores: Milton Jung, Lauro Jardim, Malu Gaspar, Maria Cristina Fernandes

Ver cobertura e vídeo
Jornal Nacional•24/08/2026

Romeu Zema Novo

Primeiro dos seis presidenciáveis na série de entrevistas ao vivo dos Estúdios Globo, no Rio. Zema centrou a conversa no seu histórico de gestão em Minas Gerais — contas públicas, dívida com a União e privatizações — e tentou transportar o discurso de ajuste fiscal para a escala federal. A checagem em tempo real apanhou-o em erro quando passou da economia para segurança pública.

4Temas-chave10Checagens33Interrupções
Entrevistas após o Jornal NacionalAbrir análise ↓
Perguntas-chave e respostas4 blocos catalogados ↓

Seleção editorial dos principais blocos da entrevista, baseada nas fontes abaixo. As formulações resumem os temas e não são transcrições literais; esta contagem não representa o número total de perguntas feitas na transmissão. Ver entrevista completa.

Contas públicasRespondeu“Como o senhor equilibraria as contas federais e o que faria com a dívida?”

Apresentou os números do ajuste em Minas e defendeu corte de despesa e privatizações como método federal.

Dívida de Minas com a UniãoRespondeu em parte“Minas continua sem pagar a dívida com a União. Isso não é o oposto de ajuste?”

Justificou com o histórico herdado e o regime de recuperação fiscal, mas exagerou nos valores, segundo a checagem.

Segurança e violência contra a mulherRespondeu em parte“Que política nacional teria contra o crime e contra o feminicídio?”

Defendeu endurecimento penal, mas errou ao descrever a lei penal e os números de feminicídio em Minas.

PrivatizaçõesRespondeu“Como usaria privatizações no ajuste das contas federais?”

Defendeu vendas de ativos e redução de despesas como extensão, em escala federal, do modelo que atribui à gestão de Minas.

Fact-check10 alegações ↓
5Verdadeiras4Parciais1Não verificáveis0Falsas
  • “Os números apresentados sobre o ajuste das contas públicas de Minas estavam corretos.”

    Verdade

    A Lupa confirmou os dados centrais sobre o resultado das contas estaduais.

    Fonte: Agência Lupa
  • “A legislação penal funcionava da forma descrita pelo candidato.”

    Mentira

    A descrição da lei penal foi classificada como errada pela checagem.

    Fonte: Agência Lupa
  • “Os números citados de feminicídio em Minas correspondiam aos dados oficiais.”

    Mentira

    A série oficial não sustentava os números apresentados na entrevista.

    Fonte: Agência Lupa
  • “O valor atribuído à dívida de Minas com a União refletia a dimensão publicada.”

    Contradição

    A checagem classificou o número como exagerado diante dos dados oficiais.

    Fonte: Agência Lupa

Pontos altos

  • Domínio dos números do próprio governoA Agência Lupa deu como corretos os dados que apresentou sobre as contas públicas mineiras — o terreno onde é mais forte.

Pontos baixos

  • Errou sobre lei penal e feminicídiosNa checagem ao vivo do Jornal Nacional, a Lupa registou erro na descrição da legislação penal e nas estatísticas de feminicídio em Minas Gerais.
  • Exagero sobre a dívida do estadoA dimensão que atribuiu à dívida mineira com a União foi classificada como exagerada pelos checadores.
Leitura de desempenho e fontes ↓

Entrevistadores: Renata Vasconcellos, César Tralli

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Record / Domingo Espetacular•23/08/2026

Luiz Inácio Lula da Silva PT

Lula anunciou a intenção de criar o Ministério da Segurança Pública, falou sobre tarifas e cooperação com os Estados Unidos, o caso envolvendo seu filho, políticas para mulheres e o cenário de emprego, inflação e juros.

4Temas-chave0Checagens—Interrupções
Domingo EspetacularAbrir análise ↓
Perguntas-chave e respostas4 blocos catalogados ↓

Seleção editorial dos principais blocos da entrevista, baseada nas fontes abaixo. As formulações resumem os temas e não são transcrições literais; esta contagem não representa o número total de perguntas feitas na transmissão. Ver entrevista completa.

Segurança públicaRespondeu“Que mudança faria na coordenação federal do setor?”

Anunciou a criação de um Ministério da Segurança Pública em novo mandato.

Estados UnidosRespondeu“Como trataria tarifas e cooperação bilateral?”

Relatou conversas sobre redução de tarifas e cooperação contra o crime organizado.

Caso LulinhaRespondeu“Interferiria nas investigações envolvendo seu filho?”

Disse que não interfere nas apurações e que erros comprovados devem ser punidos, com direito de defesa.

EconomiaRespondeu“Como avalia emprego, inflação e juros?”

Destacou queda do desemprego e da inflação e reconheceu os juros altos como desafio.

Fact-check0 alegações ↓
0Verdade0Contradição0Mentira

Ainda não há alegações desta entrevista com veredicto individual publicado. Zero não significa que toda a fala foi verdadeira.

Pontos altos

  • Prioridade administrativa anunciadaA criação de uma pasta específica para segurança foi apresentada como compromisso de um novo mandato.

Pontos baixos

  • Desenho institucional não detalhadoA síntese da Record não informa estrutura, orçamento ou divisão de competências do ministério proposto.
Leitura de desempenho e fontes ↓

A conversa reuniu uma proposta administrativa nova e respostas sobre economia, relações exteriores e investigação familiar.

Critério: Síntese baseada na entrevista integral publicada pela Record

Entrevistadores: Mariana Godoy

Assistir à íntegra
SBT•20/08/2026

Ronaldo Caiado PSD

Caiado priorizou segurança pública, defendeu tratar facções como terrorismo doméstico e criticou Lula e Flávio Bolsonaro. Também falou sobre comércio exterior, tecnologia e sua trajetória no agronegócio.

3Temas-chave0Checagens—Interrupções
SBT News e SBT BrasilAbrir análise ↓
Perguntas-chave e respostas3 blocos catalogados ↓

Seleção editorial dos principais blocos da entrevista, baseada nas fontes abaixo. As formulações resumem os temas e não são transcrições literais; esta contagem não representa o número total de perguntas feitas na transmissão. Ver entrevista completa.

Segurança públicaRespondeu“Como enfrentaria as facções criminosas?”

Defendeu classificá-las como terrorismo doméstico e ampliar a coordenação federal do combate ao crime organizado.

Política externaRespondeu em parte“Como ampliaria as relações comerciais do Brasil?”

Defendeu mais parcerias internacionais e criticou a condução da política externa do governo Lula.

Agronegócio e tecnologiaRespondeu“Que papel o agronegócio teria na estratégia de desenvolvimento?”

Apresentou o setor como vantagem competitiva do Brasil e associou sua expansão a tecnologia, água, clima e minerais críticos.

Fact-check0 alegações ↓
0Verdade0Contradição0Mentira

Ainda não há alegações desta entrevista com veredicto individual publicado. Zero não significa que toda a fala foi verdadeira.

Pontos altos

  • Eixo prioritário reconhecívelA segurança pública apareceu como centro claro da candidatura durante a entrevista.

Pontos baixos

  • Crítica ocupou parte da propostaEm política externa, a cobertura registrou críticas aos adversários com menos detalhamento dos instrumentos comerciais defendidos.
Leitura de desempenho e fontes ↓

Caiado manteve a segurança como marca principal e expôs uma direção para relações internacionais, embora parte da resposta tenha se concentrado nos adversários.

Critério: Resumo factual publicado pelo SBT News

Entrevistadores: Celso Freitas, Marina Demori, Cesar Filho

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SBT•19/08/2026

Romeu Zema Novo

Zema defendeu indulto a Jair Bolsonaro, mudanças na forma de indicação e decisão do STF e disse não considerar o 8 de Janeiro uma tentativa de golpe.

4Temas-chave0Checagens—Interrupções
SBT News e SBT BrasilAbrir análise ↓
Perguntas-chave e respostas4 blocos catalogados ↓

Seleção editorial dos principais blocos da entrevista, baseada nas fontes abaixo. As formulações resumem os temas e não são transcrições literais; esta contagem não representa o número total de perguntas feitas na transmissão. Ver entrevista completa.

8 de JaneiroRespondeu“Concederia indulto a Jair Bolsonaro?”

Disse que concederia e argumentou que o julgamento foi político; classificou o episódio como ação de vândalos, não tentativa de golpe.

Supremo Tribunal FederalRespondeu“Que reformas faria no STF?”

Propôs idade mínima de 60 anos para indicações, lista tríplice e restrição a decisões monocráticas.

Dívida e gestão de MinasRespondeu em parte“A dívida de Minas contradiz o discurso de equilíbrio fiscal?”

Comparou a dívida com a capacidade de pagamento e atribuiu a melhora da arrecadação à atração de investimentos e à geração de empregos.

Desempenho eleitoralRespondeu“Por que aparece atrás de adversários entre os eleitores mineiros?”

Disse que o eleitor ainda não priorizava a eleição e que o quadro mudaria com o início da campanha na televisão.

Fact-check0 alegações ↓
0Verdade0Contradição0Mentira

Ainda não há alegações desta entrevista com veredicto individual publicado. Zero não significa que toda a fala foi verdadeira.

Pontos altos

  • Propostas institucionais enumeradasApresentou três mudanças concretas para o processo decisório e de composição do STF.

Pontos baixos

  • Justificativa incompleta sobre o golpeAo negar a tentativa de golpe, usou a ausência de tiros e derramamento de sangue como argumento, sem enfrentar todo o conjunto probatório citado na pergunta.
Leitura de desempenho e fontes ↓

Zema respondeu de forma direta sobre indulto e STF. A justificativa usada para o 8 de Janeiro ficou mais estreita do que a questão apresentada.

Critério: Resumo e contextualização publicados pelo SBT News

Entrevistadores: Celso Freitas, Marina Demori, Cesar Filho

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SBT•18/08/2026

Augusto Cury Avante

Cury defendeu semipresidencialismo, mandato de oito anos para ministros do STF, corte de cargos comissionados e uso de dividendos da Petrobras para financiar microempreendedores. Evitou classificar diretamente o 8 de Janeiro como tentativa de golpe.

5Temas-chave0Checagens—Interrupções
SBT News e SBT BrasilAbrir análise ↓
Perguntas-chave e respostas5 blocos catalogados ↓

Seleção editorial dos principais blocos da entrevista, baseada nas fontes abaixo. As formulações resumem os temas e não são transcrições literais; esta contagem não representa o número total de perguntas feitas na transmissão. Ver entrevista completa.

InstituiçõesRespondeu“Que mudanças faria no sistema de governo e no STF?”

Defendeu semipresidencialismo, fim da vitaliciedade e mandatos de oito anos para ministros do Supremo.

8 de JaneiroDesviou-se“Houve tentativa de golpe e concederia anistia?”

Falou em pacificação, mas não respondeu diretamente como classificava a responsabilidade criminal pelo episódio.

Contas públicasRespondeu“Que cortes faria para enfrentar o desequilíbrio fiscal?”

Propôs eliminar ao menos 15 mil cargos comissionados e fundir de oito a dez ministérios, sem prometer déficit zero.

MicroempreendedoresRespondeu“Como financiaria a criação e a expansão de microempresas?”

Propôs dividir o BNDES e usar dividendos da Petrobras para financiar até um milhão de microempresas.

Bolsa FamíliaRespondeu“O que mudaria no Bolsa Família?”

Defendeu manter o programa e complementar temporariamente a renda de beneficiários que obtivessem emprego formal ou abrissem uma microempresa.

Fact-check0 alegações ↓
0Verdade0Contradição0Mentira

Ainda não há alegações desta entrevista com veredicto individual publicado. Zero não significa que toda a fala foi verdadeira.

Pontos altos

  • Algumas metas quantificadasApresentou números para cargos comissionados, ministérios e mandato no STF.

Pontos baixos

  • Resposta evitada sobre o 8 de JaneiroA cobertura do SBT registrou que o candidato não se comprometeu com uma classificação direta do episódio.
Leitura de desempenho e fontes ↓

A entrevista reuniu propostas institucionais e fiscais específicas, mas deixou sem resposta direta uma das questões políticas centrais da sabatina.

Critério: Conjunto de reportagens temáticas do SBT News

Entrevistadores: Celso Freitas, Marina Demori, Cesar Filho

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SBT•17/08/2026

Renan Santos Missão

Renan abriu a série defendendo flexibilização da CLT e uma expansão de 300 mil a 500 mil vagas prisionais. Também respondeu sobre falta de experiência prévia na administração pública.

5Temas-chave0Checagens—Interrupções
SBT News e SBT BrasilAbrir análise ↓
Perguntas-chave e respostas5 blocos catalogados ↓

Seleção editorial dos principais blocos da entrevista, baseada nas fontes abaixo. As formulações resumem os temas e não são transcrições literais; esta contagem não representa o número total de perguntas feitas na transmissão. Ver entrevista completa.

TrabalhoRespondeu“Como mudaria as relações de trabalho?”

Defendeu maior flexibilidade contratual e negociação direta entre empresas e empregados.

Segurança públicaRespondeu“Como ampliaria a capacidade do sistema prisional?”

Propôs criar entre 300 mil e 500 mil vagas e estimou custo de R$ 2 bilhões a R$ 3 bilhões.

Bolsa FamíliaRespondeu“Manteria o Bolsa Família e como reduziria a dependência do benefício?”

Defendeu manter o auxílio durante uma transição, criar frentes de trabalho e zonas econômicas especiais e retirar o benefício de quem recusasse trabalho disponível.

Experiência administrativaRespondeu em parte“Como compensaria a falta de experiência na administração pública?”

Apontou doze anos de liderança do MBL e afirmou que capacidade de liderança seria mais importante do que experiência prévia no Estado.

Previdência e funcionalismoRespondeu“Que mudanças faria na Previdência e nos supersalários?”

Defendeu nova reforma previdenciária e o fim de penduricalhos e supersalários, incluindo benefícios de militares.

Fact-check0 alegações ↓
0Verdade0Contradição0Mentira

Ainda não há alegações desta entrevista com veredicto individual publicado. Zero não significa que toda a fala foi verdadeira.

Pontos altos

  • Metas numéricas apresentadasA proposta prisional veio acompanhada de intervalo de vagas e estimativa de custo.

Pontos baixos

  • Execução não demonstrada na reportagemA matéria registra os números anunciados, mas não apresenta memória de cálculo ou cronograma para a expansão.
Leitura de desempenho e fontes ↓

Entrevista marcada por propostas de ruptura nas áreas trabalhista e penal, com metas diretas e dúvidas de implementação ainda abertas.

Critério: Resumo factual publicado pelo SBT News

Entrevistadores: Celso Freitas, Marina Demori, Cesar Filho

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GloboNews / g1•07/08/2026

Ronaldo Caiado PSD

Caiado concentrou a entrevista na gestão de Goiás, segurança, incentivos fiscais, educação e pobreza. A checagem do UOL Confere encontrou erros nas três áreas usadas para defender o desempenho estadual.

3Temas-chave3Checagens—Interrupções
Série de sabatinas do Estúdio iAbrir análise ↓
Perguntas-chave e respostas3 blocos catalogados ↓

Seleção editorial dos principais blocos da entrevista, baseada nas fontes abaixo. As formulações resumem os temas e não são transcrições literais; esta contagem não representa o número total de perguntas feitas na transmissão. Ver entrevista completa.

SegurançaRespondeu em parte“Goiás tem a melhor segurança pública do país?”

Defendeu a afirmação com indicadores que não autorizavam o ranking absoluto usado.

EconomiaRespondeu“Quanto o governo cortou em incentivos fiscais?”

Afirmou corte superior a R$ 3 bilhões; a série oficial mostrou valores acima de 2018.

EducaçãoRespondeu em parte“Qual foi a evolução da conclusão do ensino médio?”

Usou um número que a checagem classificou como incorreto.

Fact-check3 alegações ↓
0Verdade0Contradição3Mentira
  • “Goiás tinha a melhor segurança pública do país.”

    Mentira

    Os indicadores disponíveis não sustentavam o ranking absoluto apresentado.

    Fonte: UOL Confere
  • “O governo cortou mais de R$ 3 bilhões em incentivos fiscais.”

    Mentira

    Em todos os anos da gestão, o valor ficou acima do concedido em 2018, segundo a série oficial.

    Fonte: UOL Confere
  • “O número citado de estudantes que não concluíram o ensino médio estava correto.”

    Mentira

    A checagem comparou a fala com a base educacional e classificou o dado como errado.

    Fonte: UOL Confere

Pontos altos

  • Manteve uma linha clara de gestãoArticulou segurança, educação e economia como vitrine do governo estadual.

Pontos baixos

  • A vitrine foi sustentada por números erradosA checagem contestou segurança, incentivos fiscais e conclusão do ensino médio.
Leitura de desempenho e fontes ↓

Seguro ao apresentar a narrativa de Goiás, mas impreciso nos indicadores usados para validá-la.

Critério: Checagem publicada pelo UOL Confere

Entrevistadores: Natuza Nery, jornalistas do g1 e da GloboNews

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GloboNews / g1•06/08/2026

Romeu Zema Novo

Zema apresentou o resultado fiscal de Minas, propostas para o STF, privatizações e segurança. A Lupa confirmou duas declarações, classificou como falsa a afirmação de que ninguém do Novo era investigado e apontou omissões de contexto sobre pesquisas e Banco Master.

5Temas-chave5Checagens—Interrupções
Série de sabatinas do Estúdio iAbrir análise ↓
Perguntas-chave e respostas5 blocos catalogados ↓

Seleção editorial dos principais blocos da entrevista, baseada nas fontes abaixo. As formulações resumem os temas e não são transcrições literais; esta contagem não representa o número total de perguntas feitas na transmissão. Ver entrevista completa.

GestãoRespondeu“O resultado fiscal de Minas prova que o modelo pode ser levado ao país?”

Comparou o déficit herdado com o superávit de 2024; os números foram confirmados.

IntegridadeRespondeu“Há integrantes do Novo sob investigação?”

Disse que não; a checagem encontrou ao menos um caso em curso.

Banco MasterRespondeu em parte“Como avalia a participação de bancos privados no caso?”

Apresentou uma comparação que omitiu elementos relevantes do caso.

Supremo Tribunal FederalRespondeu“Mudaria as regras para indicação de ministros do STF?”

Defendeu alterações no modelo de indicação e discutiu os limites constitucionais atuais; a checagem confirmou parte do enquadramento jurídico usado.

PrivatizaçõesRespondeu“Que papel as privatizações teriam no ajuste federal?”

Apresentou a redução da presença empresarial do Estado como um dos instrumentos centrais para equilibrar as contas.

Fact-check5 alegações ↓
2Verdade2Contradição1Mentira
  • “Minas passou de déficit para superávit entre o início da gestão e 2024.”

    Verdade

    Os balanços estaduais confirmam déficit na partida e superávit em 2024.

    Fonte: Agência Lupa
  • “A Constituição não impede expressamente que o presidente indique um parente ao STF.”

    Verdade

    As regras citadas não trazem proibição explícita, embora a indicação passe pelo Senado.

    Fonte: Agência Lupa
  • “Não havia ninguém do Novo sendo investigado.”

    Mentira

    A Lupa encontrou investigação em curso contra um deputado estadual filiado ao partido.

    Fonte: Agência Lupa
  • “A menção aos bancos privados envolvidos no caso Master dava o contexto completo.”

    Contradição

    A checagem registrou omissão de elementos relevantes para interpretar a comparação.

    Fonte: Agência Lupa
  • “A leitura do desempenho eleitoral de 2018 podia ser feita como apresentada.”

    Contradição

    A fala omitiu o recorte e a evolução da série de pesquisas mencionada.

    Fonte: Agência Lupa

Pontos altos

  • Acertos verificáveis sobre as contas de MinasA Lupa confirmou a passagem de déficit para superávit e a regra de indicação ao STF.

Pontos baixos

  • Negou investigação existenteA afirmação sobre filiados do Novo foi contrariada por uma investigação documentada.
Leitura de desempenho e fontes ↓

Mais preciso nos dados fiscais; menos confiável ao generalizar sobre o próprio partido e casos bancários.

Critério: Checagem publicada pela Agência Lupa

Entrevistadores: Natuza Nery, jornalistas do g1 e da GloboNews

Procurar a íntegra no YouTube
GloboNews / g1•05/08/2026

Renan Santos Missão

Renan Santos abriu a série do g1 e da GloboNews. Foi questionado sobre o plano fiscal, segurança pública, reincidência criminal, violência contra a mulher e liberdade de imprensa. A Lupa encontrou uma afirmação falsa, dados fora de contexto e uma contradição entre a defesa pública da imprensa e o histórico de ataques de integrantes do MBL a jornalistas.

4Temas-chave5Checagens—Interrupções
Série de sabatinas do Estúdio iAbrir análise ↓
Perguntas-chave e respostas4 blocos catalogados ↓

Seleção editorial dos principais blocos da entrevista, baseada nas fontes abaixo. As formulações resumem os temas e não são transcrições literais; esta contagem não representa o número total de perguntas feitas na transmissão. Ver entrevista completa.

EconomiaRespondeu em parte“Como o seu plano fiscal se diferencia do apresentado por Flávio Bolsonaro?”

Criticou o plano do adversário usando uma descrição contestada pela checagem.

SegurançaRespondeu em parte“Que evidência sustenta a política proposta para reincidência e homicídios?”

Apresentou percentuais e comparações que perderam contexto na generalização.

Liberdade de imprensaRespondeu em parte“Como concilia a defesa da imprensa com ataques feitos por integrantes do MBL?”

Defendeu liberdade plena, mas não resolveu a contradição apontada pela Lupa.

Violência contra a mulherRespondeu em parte“Que responsabilidade teria o governo federal no combate à violência contra a mulher?”

Atribuiu a maior parte das políticas ao nível local, omitindo competências e programas federais relevantes apontados pela checagem.

Fact-check5 alegações ↓
0Verdade4Contradição1Mentira
  • “A proposta fiscal de Flávio Bolsonaro tinha o conteúdo atribuído por Renan.”

    Mentira

    A Lupa classificou como errada a descrição feita do plano do adversário.

    Fonte: Agência Lupa
  • “A maioria de quem comete crimes é reincidente e volta às ruas.”

    Contradição

    A formulação generalizou bases distintas e foi classificada como exagerada.

    Fonte: Agência Lupa
  • “A taxa de homicídios de São Paulo permitia a comparação apresentada.”

    Contradição

    O dado existia, mas foi usado fora do contexto metodológico necessário.

    Fonte: Agência Lupa
  • “As políticas contra a violência sobre mulheres são, em maioria, atribuição local.”

    Contradição

    A fala omitiu competências e políticas federais relevantes para o tema.

    Fonte: Agência Lupa
  • “A atuação do grupo político era coerente com a defesa de liberdade de imprensa.”

    Contradição

    A Lupa contrapôs a fala a episódios documentados de ataques do MBL a jornalistas.

    Fonte: Agência Lupa

Pontos altos

  • Expôs as diferenças programáticasUsou a entrevista para demarcar distância tanto do governo como do campo bolsonarista.

Pontos baixos

  • Generalizações sem base suficienteA checagem encontrou exagero sobre reincidência e falta de contexto em dados de homicídios e violência contra a mulher.
Leitura de desempenho e fontes ↓

Entrevista de posições claras, mas com fragilidade na sustentação estatística e uma contradição não resolvida sobre liberdade de imprensa.

Critério: Checagem publicada pela Agência Lupa

Entrevistadores: Natuza Nery, jornalistas do g1 e da GloboNews

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O Antagonista / G4•04/08/2026

Romeu Zema Novo

Primeiro entrevistado da série, Zema concentrou a conversa em ajuste fiscal, redução da máquina pública, privatizações e mudanças no STF. Também afirmou que apoiaria investigações sem proteção política.

4Temas-chave0Checagens—Interrupções
Sabatina O Antagonista / G4Abrir análise ↓
Perguntas-chave e respostas4 blocos catalogados ↓

Seleção editorial dos principais blocos da entrevista, baseada nas fontes abaixo. As formulações resumem os temas e não são transcrições literais; esta contagem não representa o número total de perguntas feitas na transmissão. Ver entrevista completa.

Contas públicasRespondeu“Como equilibraria as contas sem ampliar a carga tributária?”

Prometeu não aumentar impostos e defendeu corte de gastos, redução da máquina pública e reformas estruturais.

InstituiçõesRespondeu“Como lidaria com investigações que atingissem aliados?”

Disse não ter compromisso que o impedisse de apoiar investigações e usou a formulação 'doa a quem doer'.

PrivatizaçõesRespondeu“Quais empresas estatais pretende privatizar?”

Disse que pretende privatizar todas as estatais e concentrar o Estado em segurança, saúde e educação.

Previdência e programas sociaisRespondeu“Reformaria novamente a Previdência e o Bolsa Família?”

Afirmou que a reforma previdenciária de 2019 já não seria suficiente e defendeu rever fraudes no Bolsa Família sem extinguir o programa.

Fact-check0 alegações ↓
0Verdade0Contradição0Mentira

Ainda não há alegações desta entrevista com veredicto individual publicado. Zero não significa que toda a fala foi verdadeira.

Pontos altos

  • Direção fiscal identificávelA cobertura conseguiu registrar com clareza a combinação proposta: não elevar impostos e reduzir despesas e estruturas do Estado.

Pontos baixos

  • Metas ainda abertasAs reportagens consultadas registram a direção dos cortes, mas não uma meta consolidada de economia, prazo e impacto social.
Leitura de desempenho e fontes ↓

Uma entrevista orientada por reformas econômicas e institucionais, com posições diretas, mas com parte relevante da execução fiscal ainda apresentada em linhas gerais.

Critério: Síntese das reportagens de O Antagonista sobre a entrevista

Entrevistadores: Wilson Lima, Tallis Gomes

Ver vídeo e transcrição
O Antagonista / G4•04/08/2026

Ronaldo Caiado PSD

Caiado defendeu a continuidade do crédito subsidiado ao agronegócio, atribuiu o desequilíbrio fiscal ao crescimento do gasto federal e prometeu governar por negociação entre setores produtivos.

3Temas-chave0Checagens—Interrupções
Sabatina O Antagonista / G4Abrir análise ↓
Perguntas-chave e respostas3 blocos catalogados ↓

Seleção editorial dos principais blocos da entrevista, baseada nas fontes abaixo. As formulações resumem os temas e não são transcrições literais; esta contagem não representa o número total de perguntas feitas na transmissão. Ver entrevista completa.

AgronegócioRespondeu“Manteria o crédito subsidiado do Plano Safra?”

Defendeu a manutenção do benefício e argumentou que a competitividade do agro brasileiro decorre de produtividade, ciência e tecnologia.

Equilíbrio fiscalRespondeu“Onde está o principal problema das contas públicas?”

Apontou o crescimento das despesas federais e afirmou que buscaria soluções negociadas com os diferentes segmentos da economia.

Setores produtivosRespondeu“Como conciliaria o agronegócio com os demais setores da economia?”

Rejeitou criar um confronto entre setores e defendeu negociação com os diferentes segmentos produtivos.

Fact-check0 alegações ↓
0Verdade0Contradição0Mentira

Ainda não há alegações desta entrevista com veredicto individual publicado. Zero não significa que toda a fala foi verdadeira.

Pontos altos

  • Posição explícita sobre o Plano SafraNão evitou a escolha pedida na pergunta e explicou por que preservaria o crédito rural subsidiado.

Pontos baixos

  • Ajuste sem quantificaçãoA crítica ao nível de gasto não veio acompanhada, nas matérias consultadas, de uma lista completa de cortes e efeitos fiscais.
Leitura de desempenho e fontes ↓

Caiado priorizou a defesa do setor produtivo e do diálogo político. A entrevista deixou clara a posição sobre o agro, mas não fechou a conta do ajuste proposto.

Critério: Síntese da cobertura de O Antagonista

Entrevistadores: Wilson Lima, Tallis Gomes

Ver vídeo e transcrição
O Antagonista / G4•04/08/2026

Renan Santos Missão

Renan foi pressionado sobre experiência de gestão e sobre sua posição num eventual segundo turno. Na agenda urbana, apresentou um plano de longo prazo para regularização, urbanização e investimento privado em comunidades.

3Temas-chave0Checagens—Interrupções
Sabatina O Antagonista / G4Abrir análise ↓
Perguntas-chave e respostas3 blocos catalogados ↓

Seleção editorial dos principais blocos da entrevista, baseada nas fontes abaixo. As formulações resumem os temas e não são transcrições literais; esta contagem não representa o número total de perguntas feitas na transmissão. Ver entrevista completa.

ExperiênciaRespondeu em parte“Que experiência executiva o credencia a administrar o governo federal?”

Defendeu sua trajetória de liderança política e gestão; depois da entrevista, a campanha enviou um currículo ao veículo em resposta à cobrança.

Política urbanaRespondeu“Como funcionaria a proposta de 'desfavelização'?”

Propôs regularização fundiária, infraestrutura, melhoria de moradias, realocação em áreas de risco e participação privada num programa estimado para quinze anos.

Supremo Tribunal FederalRespondeu“Que mudanças defenderia no sistema de controle entre Congresso e STF?”

Propôs uma corte específica para julgar parlamentares, separada do STF, como parte da reforma institucional apresentada na sabatina.

Fact-check0 alegações ↓
0Verdade0Contradição0Mentira

Ainda não há alegações desta entrevista com veredicto individual publicado. Zero não significa que toda a fala foi verdadeira.

Pontos altos

  • Horizonte e componentes do plano urbanoA proposta veio com etapas identificáveis e foi apresentada como política de Estado de longo prazo.

Pontos baixos

  • Experiência sob contestaçãoA resposta ao questionamento sobre escala de gestão não encerrou a controvérsia e levou a campanha a complementar informações depois.
Leitura de desempenho e fontes ↓

A entrevista combinou propostas detalhadas em urbanização com uma cobrança forte sobre capacidade executiva, ponto que permaneceu em disputa após a transmissão.

Critério: Cobertura e análise posterior de O Antagonista/Crusoé

Entrevistadores: Wilson Lima, Tallis Gomes

Ver vídeo e transcrição
O Antagonista / G4•04/08/2026

Flávio Bolsonaro PL

Em participação por videoconferência, Flávio respondeu sobre a influência do pai num eventual governo, defendeu o fim da reeleição presidencial e propôs rediscutir a incidência do Imposto Seletivo sobre ultraprocessados.

3Temas-chave0Checagens—Interrupções
Sabatina O Antagonista / G4Abrir análise ↓
Perguntas-chave e respostas3 blocos catalogados ↓

Seleção editorial dos principais blocos da entrevista, baseada nas fontes abaixo. As formulações resumem os temas e não são transcrições literais; esta contagem não representa o número total de perguntas feitas na transmissão. Ver entrevista completa.

Autonomia políticaRespondeu“Quem comandaria o governo: o candidato ou Jair Bolsonaro?”

Afirmou que teria autonomia, que conhece o funcionamento de Brasília e que faria escolhas diferentes das do governo do pai.

Reforma política e impostosRespondeu“Quais mudanças iniciais defenderia?”

Defendeu o fim da reeleição para presidente e disse que rediscutiria o Imposto Seletivo aplicado a alimentos ultraprocessados.

Imposto SeletivoRespondeu“Manteria o chamado 'imposto do pecado' sobre alimentos ultraprocessados?”

Disse que rediscutiria a incidência do Imposto Seletivo sobre esses produtos.

Fact-check0 alegações ↓
0Verdade0Contradição0Mentira

Ainda não há alegações desta entrevista com veredicto individual publicado. Zero não significa que toda a fala foi verdadeira.

Pontos altos

  • Duas posições verificáveisA entrevista produziu compromissos claros sobre reeleição e revisão de parte da tributação do consumo.

Pontos baixos

  • Autonomia ainda declaratóriaA resposta distinguiu o candidato do pai em termos gerais, mas as reportagens consultadas não registram exemplos extensos de divergência programática.
Leitura de desempenho e fontes ↓

A sabatina tornou explícita a tentativa de afirmar autonomia política e trouxe propostas pontuais, sem converter toda a agenda de governo num plano detalhado durante a entrevista.

Critério: Síntese da cobertura de O Antagonista

Entrevistadores: Wilson Lima, Tallis Gomes

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Falta aqui alguma sabatina, ou discorda de alguma leitura? Escreva-nos e corrigimos com a fonte à vista.