Economia
Governo de 'poder popular' com transição ao socialismo e suspensão do pagamento da dívida pública.
Eleição presidencial 2026 · PCB
Secretário-geral do PCB e professor universitário
Nascido em Pedreiras (MA) em 1950, é economista com doutorado pela Unicamp e autor de obras sobre o capitalismo contemporâneo. Militante desde a juventude e perseguido durante a ditadura militar, é secretário-geral do PCB desde 2016 e foi candidato a vice-presidente em 2010. Nota editorial: o nome por vezes citado como 'Edmilson Dias' corresponde a este candidato.
Vice: Cleusa Santos (PCB).
Plano de governo
Governo de 'poder popular' com transição ao socialismo e suspensão do pagamento da dívida pública.
Tributação fortemente progressiva sobre grandes fortunas e capital financeiro.
Ampliação de mecanismos de participação direta da classe trabalhadora.
Estatização plena da saúde, com fim das parcerias privadas no SUS.
Ensino público, gratuito e laico em todos os níveis, sob controle popular.
Segurança vinculada a políticas sociais, com crítica ao modelo repressivo.
Controle público dos recursos naturais e crítica ao extrativismo capitalista.
Alinhamento anti-imperialista e crítica à influência dos EUA.
Checagem e contexto
O programa do PCB defende o fim do Senado, medida tratada como radical por adversários e imprensa.